Toca Aê
Plataforma de pedidos musicais em tempo real para eventos e casas de show.
Toca Aê: o antes e o depois
A equipe anterior levou dois meses sem entregar uma linha de código, sem nenhuma arquitetura definida e se recusando a repassar o que existia. A Bootcom entrou, projetou e construiu o sistema inteiro do zero, sozinha, em cinco meses, com testes, documentação e infraestrutura como código desde o primeiro commit: a qualidade que se sustenta que a gente promete em todo MVP. Hoje a Toca Aê está em produção, com clientes reais. Os números abaixo foram apurados nos próprios repositórios do projeto.
Sem uma linha de código entregue pela equipe anterior.
Do primeiro commit à Toca Aê em produção, com clientes reais.
Testes automatizados no back-end, parte do fluxo desde o início.
Grupos de rotas de API, documentados e catalogados automaticamente.
Arquitetura, antes e depois
O que encontramos
O que fizemos
O que encontramos
O que fizemos
O que dá pra medir da entrega
Números apurados no próprio repositório do projeto, comparando o que existia antes com o que está no ar hoje.
Commits no projeto inteiro, 100% de uma única pessoa.
Testes automatizados no back-end.
Linhas de código, somando front-end e back-end.
Módulos do sistema, cada um com documentação própria.
Componentes de interface reaproveitáveis no front-end.
Módulos de infraestrutura, provisionados como código.
Linhas de código entregues
linhas
Zero linhas em dois meses, contra um sistema inteiro em produção.
Testes automatizados
testes
Testar deixou de ser uma etapa final pra virar parte do fluxo desde o início.
Módulos documentados
módulos
Cada um com a própria documentação, em português e inglês.
Módulos com suíte de testes própria
Segurança e validação
Da validação no back-end aos segredos gerenciados, o que protege a Toca Aê desde o primeiro dia.
Pagamento e tempo real
Como o dinheiro e as notificações chegam sem se perder.
Arquitetura e engenharia
Como o sistema foi pensado pra crescer sem virar um emaranhado.
Front-end e experiência
A camada que quem usa a Toca Aê realmente vê e toca.
Infraestrutura e operação
O que roda por trás pra manter tudo no ar.
Como a operação ficou
O que mudou no dia a dia de quem usa o sistema, depois da virada de arquitetura.
- Confirmação de pagamento perdidaRisco realReconciliação automática
- Dado inválido aceito pelo servidorRisco realBloqueado no back-end
- Notificação em tempo realNão existiaWebSocket com Redis
- Infraestrutura provisionada na mãoSem planoTerraform, como código
- Erro em produção sem alertaSem monitoramentoRastreamento de erro
- Trabalho pesado travando a respostaSem planoTarefas assíncronas
Toca Aê hoje
Tudo que mudou, reunido num único lugar.
Perguntas frequentes
Duas coisas que andam juntas. Colocamos agentes de IA pra trabalhar na operação da sua empresa: escolhemos com você onde começar, construímos e acompanhamos o resultado na Reliever, a nossa plataforma. E cuidamos do software por trás: auditamos e corrigimos sistemas que já existem e construímos MVPs do zero. Nos dois casos, programadores de verdade fazem o trabalho, com double check sempre.
Os três, no mesmo contrato. A consultoria define onde a IA gera resultado, os engenheiros constroem e colocam no ar, e a Reliever é onde os agentes rodam e são medidos. Plataforma sozinha costuma virar licença parada, e time sozinho não escala.
É a plataforma da Bootcom onde os agentes de IA são criados, operam e são medidos. Cada execução fica registrada e, onde o risco exige, uma pessoa do seu time aprova antes de o agente agir.
Pelo diagnóstico gratuito: uma conversa de 1 hora a 1 hora e meia com quem vai construir. Você preenche o formulário, a gente responde em até 10 minutos pra marcar, e você sai da conversa com prioridades claras, mesmo que não feche com a gente.
Até 30 dias, dependendo do escopo definido na etapa de diagnóstico. A IA acelera o que é repetitivo, uma pessoa revisa cada entrega, e testes, documentação e deploy automatizado entram desde o primeiro dia, pra o MVP se sustentar depois da validação.
Sim, é o caso mais comum. Passamos a IA pelo código, pela arquitetura e pela infraestrutura do que já existe pra encontrar falhas, arquitetura ruim, código ruim e desperdício, e entregamos um plano de melhorias por risco e impacto. Se quiser, a gente aplica as melhorias, sem precisar reescrever tudo do zero.
Em duas frentes. Na consultoria, a IA varre código, arquitetura e infraestrutura atrás de falhas que levariam dias pra achar na mão, e depois ajuda a aplicar as melhorias. No desenvolvimento, ela acelera o código repetitivo e os testes. Nos dois casos, programadores de verdade auditam o que a IA fez, com double check sempre: quem decide e responde pelo resultado é sempre uma pessoa do time.
Sim, oferecemos acompanhamento pós-lançamento. O escopo de suporte é combinado junto com a proposta, de acordo com a necessidade do projeto.
A stack é escolhida de acordo com o projeto, priorizando tecnologias maduras, bem documentadas e fáceis de manter, não a tecnologia mais nova por modismo.
Não. Se você não tem tudo definido, começamos pela etapa de diagnóstico, que existe justamente pra transformar uma ideia solta em escopo, prioridades e prazo claros.
Prazo e forma de pagamento são definidos junto com a proposta, geralmente dividido em etapas ligadas a entregas, não tudo adiantado nem tudo só no final.
Trabalhamos 100% remoto, com toda a comunicação por chamada, WhatsApp e repositório compartilhado. E, em Natal (RN), nossa cidade, podemos encontrar você pessoalmente: reunião, apresentação ou acompanhamento do projeto.
Sim, sem problema. Se o projeto exigir, assinamos o NDA antes mesmo da primeira conversa técnica mais aprofundada.
Dá. Começamos com a auditoria com IA do que já existe, o mesmo processo da consultoria, pra entender o estado real do código antes de assumir a manutenção ou continuar o desenvolvimento.
Sim. Você pode contratar suporte contínuo ou chamar a gente pontualmente pra novas funcionalidades, sem contrato de fidelidade obrigando isso.
Quer ser o próximo case da Bootcom?
Conte se você tem um sistema pra auditar ou um MVP pra construir do zero, e vamos conversar.
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